domingo, 26 de fevereiro de 2023

127ª Compra - BBDC3

 Investimento do mês: Bradesco ON


Adquiri 20 unidades a R$ 13,00 o exemplar.



Proventos recebidos em janeiro:



Composição da carteira:



Desempenho:



Pizza:



Evolução patrimonial:




Histórico de proventos recebidos e aporte (mensal):


Histórico de proventos recebidos e a receber (anual):


Bom dia, boa tarde, boa noite, estimados amigos! Findamos um doze avos do ano e cá estamos para mais uma atualização deste humilde projeto de investimentos.

Antes de mais nada quero me desculpar pela demora nas postagens, (estamos quase em março e ainda não fiz a atualização de janeiro). Reforço que nos próximos meses pretendo publicar a postagem o mais breve possível após a virada do mês. 

Vamos ao que interessa: fechei o mês de janeiro com resultado negativo de -3,07%. O Bradesco caiu com força e, devido a concentração, acabou comprometendo o desempenho do mês. O IBOV teve performance de +3,40%. 

Com a queda nas cotações, o patrimônio voltou abaixo dos 25k para R$ 24.607,08. E quanto aos proventos recebidos, creditou na conta os tradicionais juros sobre o capital do Bradesco e os rendimentos do KISU11. 

No tocante ao racional da compra do mês, optei pelas ações do Bradesco para alcançar a minha meta do ano de 700 ações (637 +10%  de bonificação = 700 ações). A estratégia é acumular mil ações do BBDC3 utilizando as bonificações como "atalho". 

Contudo, frente as intempéries com as lojas Americanas, possivelmente não haverá bonificação esse ano. Usualmente a bonificação é anunciada até fevereiro e até o momento nada foi divulgado. 

Entendo que a cotação do Bradesco não caiu de graça: a inadimplência disparou, a concorrência aumentou e, para piorar ainda mais, a provisão gigante das Americanas. Tudo isso inibiu os compradores e a cotação chegou próxima aos patamares da pandemia pelo gráfico ajustado pelos proventos. 


Isso não estava no preço e o mercado ajustou. Agora resta saber quanto o resultado do balanço será afetado em 2023. Mas uma vez que as provisões de devedores duvidosos diminuírem, os resultados voltarão a melhorar. E nunca se sabe, porém parece difícil ocorrer mais um calote do porte das Americanas para justificar a cotação tão descontada assim. 

O ROE dos últimos 12 meses está em 13% e, apesar dos desafios, o patrimônio do banco segue crescendo ano após ano:


Pode não ser a instituição financeira que mais cresce, contudo, apesar dos calotes bilionários, segue evoluindo, pagando proventos e recomprando as ações. 


Para esse ano não vou comprar mais, frente ao objetivo do ano alcançado e a concentração, todavia a cotação nestes patamares desperta o interesse de seguir aportando. Mas, por ora, vou seguir a estratégia e diversificar os aportes nas demais empresas ao longo do ano.

Para esse mês era isso que gostaria de compartilhar com vocês.

Reforço o recado para me acompanharem no YouTube e no Instagram.


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Abraços efusivos, bons investimentos e até o próximo mês.